Título: Lugares Escuros
Autor: Gillian Flynn
Editor: Bertrand Editora
Edição/ reimpressão: 2013 (1ª edição 2009)
Género: Thriller
Páginas: 416
Sinopse:
Libby tinha sete anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas no «Sacrifício a Satanás de Kinnakee, no Kansas». Enquanto a família jazia agonizante, Libby fugiu da pequena casa da quinta onde viviam e mergulhou na neve gelada de janeiro. Perdeu alguns dedos das mãos e dos pés, mas sobreviveu e ficou célebre por testemunhar contra Ben, o irmão de quinze anos, que acusou de ser o assassino. Passados vinte cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela. O Kill Club é uma macabra sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários. Quando localizam Libby e lhe tentam sacar os pormenores do crime (provas que esperam vir a libertar Ben), Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica. Por uma determinada maquia, estabelecerá contacto com os intervenientes daquela noite e contará as suas descobertas ao clube… e talvez venha a admitir que afinal o seu testemunho não era assim tão sólido. À medida que a busca de Libby a leva de clubes de striptease manhosos no Missouri a vilas turísticas de Oklahoma agora abandonadas, a narrativa vai voltando atrás, à noite de 2 de janeiro de 1985. Os acontecimentos desse dia são recontados através da família de Libby, incluindo Ben, um miúdo solitário cuja raiva contra o pai indolente e pela quinta a cair aos pedaços o leva a uma amizade inquietante com a rapariga acabada de chegar à vila. Peça a peça, a verdade inimaginável começa a vir ao de cima, e Libby dá por si no ponto onde começara: a fugir de um assassino.
Opinião:
Parti para esta leitura sem saber absolutamente nada sobre o livro. Apenas que era da Gillian Flynn e que a adaptação cinematográfica tinha acabado de sair.
A história é-nos contada através do ponto de vista de Libby no tempo presente e de Patty (a mãe) e Ben (o irmão) no dia em que os crimes aconteceram.
Libby viveu todos os anos que se seguiram aos crimes dependente financeiramente de outras pessoas, pessoas que tinham tido pena dela. Mas chegou a um pouco que os donativos acabaram e ela teve de começar a fazer algo para ganhar dinheiro, algo de que ela fugiu durante tantos anos: de pensar e falar sobre o que se tinha passado naquele dia.
Não me consegui ligar muito a Libby, apesar de perceber que passou por um grande trauma em pequena, acho que poderia ter tido um pouco mais de força e vontade de viver. Quanto ao Ben, também não o percebo, de todo.
É uma história interessante, é um bom thriller, não estava nada à espera do final, do desvendamento do mistério. Mas o livro não me cativou logo no início. Só comecei a ficar mais interessada já depois das 100 páginas e mesmo assim não foi um livro que me fez querer continuar sempre a ler, apesar de estar curiosa para descobrir como ia acabar, não tinha o impulso de ler.
Sinopse:
Libby tinha sete anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas no «Sacrifício a Satanás de Kinnakee, no Kansas». Enquanto a família jazia agonizante, Libby fugiu da pequena casa da quinta onde viviam e mergulhou na neve gelada de janeiro. Perdeu alguns dedos das mãos e dos pés, mas sobreviveu e ficou célebre por testemunhar contra Ben, o irmão de quinze anos, que acusou de ser o assassino. Passados vinte cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela. O Kill Club é uma macabra sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários. Quando localizam Libby e lhe tentam sacar os pormenores do crime (provas que esperam vir a libertar Ben), Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica. Por uma determinada maquia, estabelecerá contacto com os intervenientes daquela noite e contará as suas descobertas ao clube… e talvez venha a admitir que afinal o seu testemunho não era assim tão sólido. À medida que a busca de Libby a leva de clubes de striptease manhosos no Missouri a vilas turísticas de Oklahoma agora abandonadas, a narrativa vai voltando atrás, à noite de 2 de janeiro de 1985. Os acontecimentos desse dia são recontados através da família de Libby, incluindo Ben, um miúdo solitário cuja raiva contra o pai indolente e pela quinta a cair aos pedaços o leva a uma amizade inquietante com a rapariga acabada de chegar à vila. Peça a peça, a verdade inimaginável começa a vir ao de cima, e Libby dá por si no ponto onde começara: a fugir de um assassino.
Opinião:
Parti para esta leitura sem saber absolutamente nada sobre o livro. Apenas que era da Gillian Flynn e que a adaptação cinematográfica tinha acabado de sair.
A história é-nos contada através do ponto de vista de Libby no tempo presente e de Patty (a mãe) e Ben (o irmão) no dia em que os crimes aconteceram.
Libby viveu todos os anos que se seguiram aos crimes dependente financeiramente de outras pessoas, pessoas que tinham tido pena dela. Mas chegou a um pouco que os donativos acabaram e ela teve de começar a fazer algo para ganhar dinheiro, algo de que ela fugiu durante tantos anos: de pensar e falar sobre o que se tinha passado naquele dia.
Não me consegui ligar muito a Libby, apesar de perceber que passou por um grande trauma em pequena, acho que poderia ter tido um pouco mais de força e vontade de viver. Quanto ao Ben, também não o percebo, de todo.
É uma história interessante, é um bom thriller, não estava nada à espera do final, do desvendamento do mistério. Mas o livro não me cativou logo no início. Só comecei a ficar mais interessada já depois das 100 páginas e mesmo assim não foi um livro que me fez querer continuar sempre a ler, apesar de estar curiosa para descobrir como ia acabar, não tinha o impulso de ler.
Gostei, mas acho que a história de Em Parte Incerta é bem melhor e mais surpreendente.















