segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Leituras de Agosto de 2015

O mês de Agosto acabou por correr bem melhor do que estava à espera. Não sei se se lembram mas só me tinha proposto ler 4 livros completos e acabar os 2 que já tinha iniciado em Julho.

Os que terminei:

 


Os planeados:

 

 


Os bónus:

 



 


A ler:



Terminei 2 livros, li 9 livros completos e comecei outro, que já estou a cerca de metade, o que equivale a 4.532 páginas. Estou muito contente :) Foi um mês bastante positivo em termos de leituras, tanto a nível de quantidade como de qualidade.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Desafio Regresso à Escola

O grupo do goodreads Maratonas, Desafios e Leituras Conjuntas lançou um novo desafio para Setembro. Sendo este o mês de regresso à escola o objetivo é ler um livro juvenil à escolha e que faça recordar os tempos de escola. Haverá também uma leitura conjunta de um livro do Plano Nacional de Leituras, que está a votação. Podem votar até dia 28 de Agosto aqui.



Venham votar e participar :) Contamos convosco!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Do livro ao filme - Lugares Escuros - Opinião


Nome original: Dark Places
Diretor: Gilles Paquet- Brenner
Atores: Charlize Theron (Libby), Nicholas Hoult (Lyle), Christina Hendricks (Patty), Corey Stoll (Ben), Tye Sheridan (young Ben), Chloë Grace Moretz (Diondra)
Duração: 113 min

Trailer:




Opinião:

Já se sabe que um filme não pode ser 100% fiel ao livro. Tendo isto em conta, acho que esta foi uma adaptação cinematográfica muito boa. Há algumas alterações na história mas nada que me tenha incomodado muito.

Apesar disto, acho que as personagens estão um pouco diferentes do que são do livro, mas também é compreensível, não dá para passar tudo num filme. A Libby do filme é mais ativa, não dá para perceber os momentos de inércia que ela tem usualmente. A Patty do livro é mais submissa, mais preocupada com as opiniões dos outros; a do filme parece um pouco mais forte. O Ben do filme é melhorzinho do que o do livro. O Trey é muito mais duro no livro.

Gostei muito da maneira como desenrolaram o filme, gostei dos cenários e da banda sonora. Recomendo vivamente.


terça-feira, 25 de agosto de 2015

TAG Maroon 5 Literária

Vi esta TAG no blogue da Carla e como gostei muito decidi responder.



1- Maps: Um livro que te levou para outro país.



2- Animals: Um livro que tenha personagens animais.


3- She Will be Loved: Um livro com um casal apaixonante.



4- Sunday Morning: Um livro para ler em um dia.



5- Love Somebody: Um livro que você quer muito ler.

Milagre

6- Payphone: Um livro com uma lição boa.



7- Sugar: Um livro muito meloso.


8- Moves Like Jagger: Um livro que te fez rir muito.



9- Misery: Um livro que te fez ficar triste.



10- Daylight: Um livro que te fez ficar acordado a noite inteira.



11- Beautiful Goodbye: Um livro que tenha um final lindo.


12- One More Night: Um livro que você quer que tenha continuação.



13- Back At Your Door: Um livro que você quer muito reler.



14- Lucky Strike: Um livro que tenha te surpreendido



15- Until You're Over Me: Um livro que você está lendo.




segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Lugares Escuros - Opinião

Título: Lugares Escuros
Autor: Gillian Flynn
Editor: Bertrand Editora
Edição/ reimpressão: 2013 (1ª edição 2009)
Género: Thriller
Páginas: 416






Sinopse:

Libby tinha sete anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas no «Sacrifício a Satanás de Kinnakee, no Kansas». Enquanto a família jazia agonizante, Libby fugiu da pequena casa da quinta onde viviam e mergulhou na neve gelada de janeiro. Perdeu alguns dedos das mãos e dos pés, mas sobreviveu e ficou célebre por testemunhar contra Ben, o irmão de quinze anos, que acusou de ser o assassino. Passados vinte cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela. O Kill Club é uma macabra sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários. Quando localizam Libby e lhe tentam sacar os pormenores do crime (provas que esperam vir a libertar Ben), Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica. Por uma determinada maquia, estabelecerá contacto com os intervenientes daquela noite e contará as suas descobertas ao clube… e talvez venha a admitir que afinal o seu testemunho não era assim tão sólido. À medida que a busca de Libby a leva de clubes de striptease manhosos no Missouri a vilas turísticas de Oklahoma agora abandonadas, a narrativa vai voltando atrás, à noite de 2 de janeiro de 1985. Os acontecimentos desse dia são recontados através da família de Libby, incluindo Ben, um miúdo solitário cuja raiva contra o pai indolente e pela quinta a cair aos pedaços o leva a uma amizade inquietante com a rapariga acabada de chegar à vila. Peça a peça, a verdade inimaginável começa a vir ao de cima, e Libby dá por si no ponto onde começara: a fugir de um assassino. 

Opinião:

Parti para esta leitura sem saber absolutamente nada sobre o livro. Apenas que era da Gillian Flynn e que a adaptação cinematográfica tinha acabado de sair.

A história é-nos contada através do ponto de vista de Libby no tempo presente e de Patty (a mãe) e Ben (o irmão) no dia em que os crimes aconteceram.

Libby viveu todos os anos que se seguiram aos crimes dependente financeiramente de outras pessoas, pessoas que tinham tido pena dela. Mas chegou a um pouco que os donativos acabaram e ela teve de começar a fazer algo para ganhar dinheiro, algo de que ela fugiu durante tantos anos: de pensar e falar sobre o que se tinha passado naquele dia.

Não me consegui ligar muito a Libby, apesar de perceber que passou por um grande trauma em pequena, acho que poderia ter tido um pouco mais de força e vontade de viver. Quanto ao Ben, também não o percebo, de todo.

É uma história interessante, é um bom thriller, não estava nada à espera do final, do desvendamento do mistério. Mas o livro não me cativou logo no início. Só comecei a ficar mais interessada já depois das 100 páginas e mesmo assim não foi um livro que me fez querer continuar sempre a ler, apesar de estar curiosa para descobrir como ia acabar, não tinha o impulso de ler.


Gostei, mas acho que a história de Em Parte Incerta é bem melhor e mais surpreendente.



domingo, 23 de agosto de 2015

O Segredo de Cibele - Opinião

Título: O Segredo de Cibele (Wildwood #2)
Autor: Juliet Marillier
Editor: Bertrand Editora
Edição/ reimpressão: 2008
Género: Romance Fantástico
Páginas: 368







Sinopse:

Paula viaja até Istambul com o seu pai em busca de um artefacto ancestral. O desejo que Paula tinha em descobrir o reino mágico onde vivera com as suas irmãs foi substituído por objetivos mais práticos: tornar-se comerciante de livros e manuscritos. No entanto, pistas e rumores acabam por convencê-la de que se encontra numa demanda fantástica e que a pessoa responsável por lhe ir dando essas pequenas suspeitas seja a sua irmã desaparecida, Tati. Puzzles, enigmas, testes de força e lealdade, lições sobre o amor, confiança e conhecimento - tudo isso surgirá na viagem de Paula, uma viagem onde o insucesso tem como preço a morte.

Opinião:

Depois de conhecermos as aventuras das cinco irmãs - Tati, Jena, Iulia , Paula e Stela - em Danças na Floresta, acompanhamos agora a viagem de Paula com o pai para Istambul. Aqui vai fazer novas amizades e vai tentar desvendar alguns mistérios, tendo também como ajuda a sua irmã Tati.

Gostei muito de Paula, tal como já tinha gostado no primeiro livro, mas também gostei muito de Stroyan e de Duarte de Aguiar. São os dois bastante diferentes mas cada um é interessante à sua maneira. Gostei muito do facto de haver uma personagem portuguesa e mesmo de haver trechos em português na versão inglesa, que foi a que eu li.

Mais um livro fantástico desta autora. Penso que gostei mais deste do que do primeiro da duologia. E o inglês é super simples. Recomendo vivamente a quem gosta de fantasia.



sábado, 22 de agosto de 2015

Moby Dick - Opinião

Título: Moby Dick
Autor: Herman Melville
Editor: Coleção Geração Público
Edição/ reimpressão: 2004 (1ª edição 1851)
Género: Romance
Páginas: 831






Sinopse:

Durante anos, o Capitão Ahab tem perseguido a grande baleia branca que lhe arrancou a perna. Está compretamente obcecado em apanhar a gigante Moby Dick e, finalmente, obter a sua vingança. Ahab reúne uma tripulação, composta por estranhas figuras, para uma última viagem no Pequod, um baleeiro do séc. XIX, e navegam em direcção aos oceanos mais revoltos, numa perseguição frenética e cheia de drama. Repleta de pormenores fascinantes acerca das baleias e da vida nos mares, e guiada pela loucura de um homem, esta é uma história de aventuras extremamente emocionante. Mas, porque é contada por um rapaz, chamado Ishmael, flutuando à deriva no mar em cima de um caixão? 

Opiniões: 

Este era um livro que já tinha na minha estante há alguns anos e nenhuma curiosidade para o ler. Aproveitei então o facto de estar de férias e de ter sido o livro escolhido para se ler em Agosto no grupo do goodreads O Clube dos Clássicos Vivos. Pensava que ia mesmo ser uma leitura chata e lenta.

O que é certo é que o início me surpreendeu bastante, estava a gostar muito e já pensava que ainda bem que lhe tinha pegado. O problema foi quando chegaram capítulos sobre cetologia, pormenores da caça à baleia e outros assuntos que fugiam um pouco à história em si. A partir de talvez metade do livro comecei a achar a leitura enfadonha, pensei mesmo em desistir, mas como não tenho este hábito (infelizmente, talvez) lá continuei. E não achei que melhorasse.

Não gostei muito de Ahab, o capitão do navio. No início é referido como um bom homem, mas eu não o considerei como tal. Só estava focado no seu objetivo de apanhar Moby Dick e não queria saber do que lhe poderia acontecer a ele ou à sua tripulação. Já para não falar da atitude que teve mais para o final do livro para com os ocupantes de outro barco.

Consigo perceber porque tantas pessoas adoram este livro, para quem tiver algum interesse em baleias e a sua caça acho que deve ser fantástico. Para algumas pessoas que não o tenham também podem gostar bastante da história. Mas simplesmente não é um livro para mim.

Quero ainda por último fazer uma referência à edição em que li, do Público. É uma autêntica desgraça: erros, gralhas, palavras e expressões repetidas e um desastre na separação de palavras quando há transição de linha. Foi o quarto livro que li desta coleção e pelo menos não reparei que houvesse estes problemas nos outros. A verdade é que a classificação que dei aos quatro é a mesma, estou cada vez mais desanimada para ler os restantes.