quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Divulgação - O AVC do Amor


Autor: Luís Filipe Dias da Silva Abreu
Data de publicação: Setembro de 2015
Número de páginas: 112
ISBN: 978-989-51-5311-4
Colecção: Viagens na Ficção
Género: Ficção
Preço - papel: 11,00€
Preço - ebook: 3,00€


Talvez já tenham ouvido falar do livro AVC do Amor, recentemente publicado pela Chiado Editora e da autoria de Luís Abreu. Depois de conhecer melhor o autor através das suas participações no blog Atmosfera dos Livros e de ver a opinião da Carla sobre este livro fiquei com bastante interesse para o ler. Foi com grande gosto que aceitei o livro por parte do autor para poder dar uma opinião aqui no blog. Já iniciei a leitura e a escrita é realmente fantástica, por isso a opinião não irá demorar!
Este livro tem uma parceria com a Associação Salvador e 50% do lucro da venda reverta para esta associação. 
Podem adquirir aqui.

Sinopse:

AVC do Amor é um texto de ficção, baseado na realidade e que relata, de uma forma “leve”, não espiritual e alegre a rotina diária de uma paralisia causada por um AVC. Neste texto, o autor, ele próprio tetraplégico, faz um relato muito verosímil e realista dessa condição, misturando-o com grandes paixões, com uma viagem a outra dimensão e com alguns episódios ligeiramente humorísticos.
Com várias histórias, AVC do Amor conta-nos alguns eventos passados na adolescência e na vida adulta de Rodrigo. Personagem principal que se recusa a acreditar no AVC e que, com a pertinência das suas questões, leva o leitor a duvidar da sua condição de tetraplégico. O autor guarda segredo da sua condição e nunca revela se está mesmo tetraplégico, deixando essa decisão ao leitor.
O texto percorre várias fases da vida de Rodrigo, personagem usado para o autor refletir sobre os múltiplos assuntos que o apoquentam negativa ou positivamente.
É uma obra desconcertante que provocará, de certeza, múltiplos sentimentos conforme o estado de espírito de cada leitor.

Biografia (Texto disponibilizado pelo autor):

Luís Abreu nasceu no ano de 1973 em Luanda. Veio para Portugal com 30 meses para morar em Vieira de Leiria, aos 4 anos mudou-se para Paio Pires e aos 13 anos foi viver para Almada. Estudou engenharia informática no IST, foi sócio de uma empresa de novas tecnologias e trabalhou numa multinacional onde esteve envolvido em projetos de âmbito nacional. Em 2006 teve umAVC gravíssimo que quase o levou à morte. Contrariando as evidências sobreviveu e, desde então, tem tido vários ganhos que, apesar de lentos, são o culminar de muito esforço e dedicação do próprio e de todos que o rodeiam. É autor da página do facebook Palavras Paralíticas - LuísAbreu e tem publicados:
A título individual:
            Insónia, Minerva, 2012
            Fragmentário, Chiado Editora, 2013
            Muros e Amor, Chiado Editora, 2014
A título coletivo:
            Conto de Poetas; Nós, Poetas, Editamos; 2013
            Nós, Poetas, Editamos IV; Nós, Poetas, Editamos; 2013
            Entre o sono e o sonho – Antologia de Poesia
Contemporânea Vol. VI, Chiado Editora, 2015
            Entre o sono e o sonho – Antologia de Poesia
Contemporânea Vol. V, Chiado Editora, 2014
            Entre o sono e o sonho – Antologia de Poesia
Contemporânea Vol. IV, Chiado Editora, 2013
Entre o sono e o sonho – Antologia de Poesia                               
Contemporânea Vol. III, Chiado Editora, 2012


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Novidades no Blog

A primeira novidade que vos trago é uma que me deixa bastante feliz! O Encanto das Histórias conta recentemente com duas parcerias: com a Editorial Bizâncio e com Livros de Ontem.  Quero-vos agradecer, porque sem vocês isto não seria possível, vocês é que ajudam este cantinho a continuar.

Nascida em 1997, a Bizâncio afirma-se como uma editora generalista, que desde o início da sua actividade tem trabalhado no sentido de cobrir uma vasta área da actividade editorial, dando voz a obras e autores dos mais diversos estilos, origens e filosofias. 

Preocupada em divulgar ideias e apoiar a produção de obras de cultura, a Bizâncio tem também lugar para obras de carácter mais leve, quer pelos temas tratados, quer pela forma de abordagem, atingindo, assim, um público vasto e interessado.

(Texto retirado daqui.)

A Livros de Ontem distingue-se pela sua linha editorial aberta e democrática, disposta a publicar qualquer original de qualidade produzido em português por um novo autor. Tudo faremos por descobrir os talentos escondidos da literatura sempre com o objetivo de valorizar a cultura portuguesa e de proporcionar aos nossos leitores as melhores experiências de leitura.

(Texto retirado daqui.)




Quero ainda divulgar e partilhar com vocês que este ano vou participar na Retrospetiva Literária 2015, promovida pelo blog Pensamento Tangencial. Esta retrospetiva consiste em responder a algumas questões sobre o ano de 2015 (relacionado com livros) no dia 31 de Dezembro. Eu sei que ainda falta um bocadinho, mas decidi inscrever-me já, acho as perguntas interessantes e não somos obrigados a responder a todas. Vão lá dar uma vista de olhos e participem também :)


O Dom - Opinião


Título: O Dom
Autor: Robert Ovies
Edição: 2015
Páginas: 336


Sinopse:

Quando C.J. Walker, um garoto de nove anos, encosta no braço da amiga de sua mãe no velório e sussurra o desejo de que ela não estivesse morta, só está tentando fazer a coisa certa. Mas, no momento em que a mulher desperta, a tempestade que se segue não pode ser contida. Pessoas aterrorizadas, dentro e fora das fronteiras da cidade, exigem saber quantos de seus entes queridos podem ter sido enterrados vivos pelo mesmo agente funerário, ou por qualquer outro.

Porém a prova de que C.J. Walker pode realmente despertar os mortos é filmada em segredo e então veiculada publicamente. Em uma única manhã, a mãe de C.J., Lynn, vê sua casa se tornar uma fortaleza e seu filho, um alvo. Indivíduos de luto, desesperados para que a morte abandone seus entes queridos; representantes da mídia e de organizações médicas e científicas; influentes líderes religiosos e poderosas agências governamentais, todos mexem seus pauzinhos para ganhar uma posição de vantagem e influência e obter máximo controle sobre o dom mais poderoso de que já se teve notícia.

Em meio à confusão, Lynn e seu ex-marido, Joe, lutam para encontrar uma maneira de escapar com C.J., para mantê-lo em segurança e de alguma forma tornar possível que ele tenha uma vida normal novamente. Mas para isso eles precisam agir rápido, antes que o garoto seja levado por algum dos vários interessados em seu poder.
 


Opinião:

Este foi um livro que descobri quando estava à procura de livros para completar alguns desafios em que estou a participar. Estava à procura de livros de horror/terror com capa preta e o sobrenome deste autor começa por O o que me completa mais uma letra para o desafio autores de A a Z.

Mas este não é um livro de horror e só me enganei porque nem sequer me dei ao trabalho de ler a sinopse em condições, vi que era sobre ressuscitação e decidi-me a lê-lo. E ainda bem que o fiz. Quando percebi que não era o que estava à espera não me importei nem um bocadinho, porque fiquei presa ao livro desde o início. E li em ebook em português do Brasil, por isso devem depreender que não era qualquer um que teria este efeito em mim.

Este livro tem uma história muito, muito interessante e que nos faz refletir. C.J. é um rapaz de apenas nove anos que descobre que tem o poder da ressuscitação. Isto poderia ser fantástico, claro, é o que todos nós pensamos. Mas Robert Ovies levantou também alguns problemas, bem pertinentes: o que se faz a uma pessoa com aptidões especiais? Alguém com grande poder vai tentar tomar conta da situação, sendo muito difícil para a própria pessoa e para os seus familiares e amigos terem algum controlo sobre o dom. Mas mesmo que a pessoa com o dom não seja "apanhada" pelas pessoas poderosas, a sua vida vai ser muito mais limitada: neste caso C.J. deixa de ter facilidade em fazer coisas do dia-a-dia como ir à escola ou brincar na rua sem que alguém lhe peça para curar ou ressuscitar uma pessoa que lhe seja importante. Por ouro lado poderia-se pensar que se este dom existe deve ser usado, mas isso leva-nos a outra questão: deixa de haver morte? isso não iria sobrepovoar o mundo? e então quem decide quem continua ou não vivo? Todas estas questões são abordadas no livro.

Gostei bastante de Lynn, a mãe de C.J., do modo como sempre coloca o seu filho à frente de tudo e como faz o que pode para lhe manter a normalidade. Por outro lado, Joe, o pai, tenta sempre ver o lucro em cada situação e, apesar de não o conseguir odiar, houve algumas atitudes que ele teve que me fez abanar a cabeça. Mas este livro é sobretudo sobre a importância da família e acreditem que a lição é bastante boa.

Não sei se já perceberam, mas eu ADOREI este livro, foi uma surpresa bastante boa! Pelo que vi há muito poucas edições deste livro, apenas em inglês e português do Brasil. O que é uma pena, penso que este livro deveria ser lido por muito mais gente. É mesmo muito interessante. Vale bem a pena, quanto mais não seja pelas questões éticas que levanta e pela importância de preservar uma infância. Se tiverem oportunidade leiam!


terça-feira, 3 de novembro de 2015

TAG - Hábitos de Leitura

Hoje venho responder a mais uma TAG, desta vez sobre os meus hábitos de leitura. Já andava de olho nela há algum tempo e ter sido tagueada por Sabores e Dissabores Literários foi o empurrão final de que necessitava.

1. Tens um lugar específico na casa para ler?
Não necessariamente, embora prefira ler no meu quarto (na cama ou no puf), também leio muitas vezes na sala enquanto estou com os meus pais e eles estão a ver algum programa que não me interessa muito.

2. Marcador ou Pedaço de Papel?
Marcador sem dúvida, desde sempre. Embora já me tenha acontecido pegar à pressa num livro e esquecer-me de levar também um marcador e precisar de usar um pedaço de papel na primeira vez que marco a página. Mas logo que possa troco.

3. Consegues parar simplesmente de ler ou tem de ser sempre no final de um capítulo ou a um certo número de páginas?
Claro que há situações em que tenho de parar logo de ler, mas sempre que posso tento parar no final de um capítulo. Se não puder tento parar naquelas quebras que a maior parte dos livros tem. Só nos casos estritamente necessários é que paro de ler exatamente onde estou.

4. Comes ou bebes enquanto lês?
Por vezes, não muitas, bebo enquanto leio. Se estiver sozinha, às vezes leio enquanto como. Percebem a diferença? ;)

5. Música ou TV enquanto lês?
TV só mesmo se estiver na sala a fazer companhia aos meus pais, até porque me acabo por distrair um pouco e ler muuuuito devagar. Música quase sempre, preferencialmente só instrumental, mas se não for também não há problema (a maioria das vezes) eheh.

6. Um livro de cada vez ou vários ao mesmo tempo?
Até há pouco tempo sempre só um de cada vez, não percebia qual era a piada de ler vários ao mesmo tempo, se eu estava a ler um queria saber como aquilo acabava. Mas há uns meses alterei completamente este ponto de vista. Penso que foi quando estava a ler Moby Dick: apesar de estar a achar a leitura chata, não queria abandonar o livro, mas também sentia que não estava quase a ler nada por dia, só porque não tinha grande interessa na história. Peguei então noutro livro que era o que preenchia mais os meus dias, mas fazia um esforço por ler um pouco do Moby Dick diariamente. A partir dessa altura que tenho sempre vários livros iniciados, geralmente 3: um em papel que geralmente chamo a minha leitura principal, outro também em papel mas que não tenha tanto interesse, ou que seja uma releitura, neste caso porque quero ler mais devagar e outro em ebook para ler quando estou fora de casa ou quando não tenho luz e assim. 

7. Ler em casa ou em qualquer lugar?
Preferencialmente em casa, embora ultimamente tenha vindo a adquirir o hábito de ler também fora.

8. Ler em voz alta ou silenciosamente?
Sempre li silenciosamente. Mas este Verão, numa das leituras que fiz em inglês, lia de vez em quando em voz alta para treinar um pouco.

9. Lês para a frente e/ou pulas páginas?
Aqui depreendo que o pular seja mesmo avançar sem voltar atrás e isso nunca fiz. Cheguei a pular parágrafos em Moby Dick, mas páginas completas não, tenho sempre receio de perder alguma parte importante da história.

10. Quebrar a lombada ou mantê-la como nova?
Tento sempre mantê-la como nova, mas há alguns livros em que é quase impossível, principalmente nos que são muito grandes e por isso não me importo nada, desde que o livro não fique mesmo estragado claro.

11. Escreves ou fazes anotações nos livros?
Antigamente escrevia sempre o meu nome nos livros mas deixei de o fazer. Fazer anotações só mesmo naqueles que foram estudados nas aulas de Português.

12. Quem tagueias?
Todos os que quiserem responder :)

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O Estilete Assassino - Opinião

Título: O Estilete Assassino
Autor: Ken Follett
Editor: Bertrand Editora
Edição/ reimpressão: 1978
Páginas: 384








Sinopse:


Um agente secreto de Hitler, um assassino frio e profissional com o nome de código «Agulha», vê-se envolvido na manobra de diversão dos aliados que antecede o desembarque militar em França. Estamos em 1944, a semanas do Dia D.

O Estilete Assassino é um arrebatador bestseller internacional em que o destino da guerra assenta nas mãos de um espião, do seu adversário e de uma mulher corajosa. 



Opinião:

Desde que vi a (mini-)série televisiva Os Pilares da Terra que fiquei com bastante curiosidade para conhecer o autor Ken Follett. Este foi um livro que veio parar às minhas mãos um pouco por acaso, não era um livro do qual eu tivesse ouvido falar.

Este livro, apesar de ser ficção é baseado em factos reais. Assenta no engodo que os Aliados prepararam aos alemães na 2ª Guerra Mundial: fizeram-nos acreditar que iriam atacar num local quando o planeavam fazer noutro diferente. Apenas um espião esteve perto de desvendar a situação.

A história é-nos contada através de três perspetivas diferentes: acompanhamos Faber (o espião), os que o tentam apanhar e Lucy (a mulher corajosa). Confesso que no início achei um pouco complicado situar-me no início de cada capítulo, enquadrar o que estava a acontecer com o resto da história. Mas isto passou rapidamente. A partir daí a leitura fluiu bastante facilmente.

Achei a escrita de Ken Follett fantástica! Simples, mas bastante atrativa. E achei brilhante o facto de me fazer "torcer" pelo espião, ou seja, pela pessoa que eu na realidade nunca quereria que tivesse sucesso. Mas a verdade é que quando estava a ler o livro (quase) queria que ele tivesse sucesso - na medida em que fosse ficção.

Adorei completamente o livro, recomendo vivamente a toda a gente. E quero muito ler mais do autor.

sábado, 31 de outubro de 2015

Leituras de Outubro de 2015

Em Outubro terminei o livro que já tinha iniciado em Setembro - Harry Potter e o Cálice de Fogo.


Para o desafio Assombração de Leituras li Black-Out - A Cortina da Memória, Carmilla, O Devorador, Misery e O Dom (este não tem nada de horror).

  

 

Juntamente com estes livros, para o Desafio Chegada do Outono li também O Desejo e O Estilete Assassino


Li ainda A Vida Quando Era Nossa.


Iniciei Harry Potter e A Ordem da Fénix. A releitura desta série está a ser simplesmente fantástica! Comecei também O Fantasma de Canterville e Outros Contos.

 


 Ainda comecei A Rainha Suprema, que é o 2º volume de As Brumas de Avalon, mas acabei por desistir. Eu abandonei um livro!!!! (Uau, estou a evoluir eheh). Admito que não o abandonei pelo livro em si. Eu li o primeiro talvez há um, dois anos e não foi um livro que me agradasse muito. Como já tinha o segundo tentei dar-lhe agora uma oportunidade, mas a verdade é que já me tinha esquecido de alguns acontecimentos do primeiro e havia coisas que já não estava a entender. Como reler o primeiro está fora de questão, decidi abandonar esta série. 

A Rainha Suprema (As Brumas de Avalon, #2)


E pronto, durante o mês de Outubro li 8 livros, iniciei dois e abandonei um. Acho que foi um bom mês, tanto em termos de quantidade como de qualidade :)



sexta-feira, 30 de outubro de 2015

À Descoberta do Talento 8 - Jai Waetford

O talento de hoje é Jai Waetford que com 14 anos participou no Australia's Xfactor 2013. Não consegui encontrar legendado, mas também não acho que seja preciso :)



A primeira música dispensa muitos comentários, basta ouvirem esta voz e acho que é capaz de deixar todos agradados. É tão doce, dá mesmo para aquecer o coração.
Depois quanto à segunda, escrita por ele, simplesmente não sei o que dizer. Também está muito boa!
Acho que temos aqui um grande talento.