Mais uma desilusão, esta história não me conseguiu cativar como estava à espera. Dei 2 estrelas.
7. O Mago de Raymond E. Feist
Este foi um dos poucos casos em que gostei mais do livro no início do que no final. No entanto, tenho a certeza que os volumes seguintes serão melhores, por isso vou querer continuar a série. Dei 3 estrelas.
Li um total de 7 livros, e apesar de as classificações, no geral, não terem sido as melhores, a verdade é que Adeus compensou os restantes.
Desta vez, Gaiman cria um ambiente de terror* paralelo ao nosso mundo, sendo que para o atingir, a personagem principal apenas tem de passar uma porta do sótão que está fechada à chave. Tudo acontece quando um casal decide ir ao supermercado e Coraline, a sua filha, insiste para ir com eles mas eles recusam. Então, quando está sozinha, num acto de rebeldia, Coraline vai buscar a chave e dirige-se para o sotão. Então, ela abre a porta e vai dar a uma casa absolutamente simétrica à sua, com tudo igual, incluindo os seus pais, excluindo os pequenos pormenores como, por exemplo, o facto de, no lugar dos olhos do pai e da mãe, estarem botões e de um dos armários da casa estar cheio de almas de crianças. Coraline quer fugir, mas os seus "falsos-pais" há muito que ansiavam por companhia e não a deixam sair daquele novo mundo...
Opinião:
Já há algum tempo que queria ler algo deste autor, e este livro, por ser pequeno e ter boas opiniões despertou-me uma maior atenção. Com muita pena minha, fiquei desiludida mais uma vez. Mesmo tendo em conta que o livro foi escrito, pelo menos inicialmente, para crianças, não gostei muito da escrita do autor.
Também estava à espera de outra coisa da história, não me conseguiu cativar, mesmo sendo um livro pequeno só queria terminá-lo (e não propriamente para saber o que se iria passar). No entanto, tenciono dar mais uma oportunidade ao autor.
Adaptação Cinematográfica
Este filme não está completamente fiel ao livro, como seria de esperar, apresenta novos elementos e personagens. Geralmente não gosto quando isto acontece, mas neste caso achei que tornou a história mais interessante. Foi um dos poucos casos em que gostei mais do filme do que do livro.
Título: Hannibal, A Origem do Mal Série: Hannibal Lecter (#4)
Autor: Thomas Harris
Editor: Casa das Letras
Edição/ reimpressão: 2006
Páginas: 276 Sinopse: Conhecemos o seu nome, os seus métodos, os seus apetites… mas nunca poderemos imaginar como tudo começou… Em "Hannibal: a Origem do Mal" ficamos a conhecer a infância e a adolescência de Hanniball Lecter, o célebre serial killer de "O Silêncio dos Inocentes", e de como se transformou num psicopata canibal. Thomas Harris traça as origens de Hannibal e da irmã, Misha, na Lituânia, quando os pais são mortos pelas tropas de Hitler. Hannibal sobrevive aos horrores da II Guerra Mundial e, com apenas oito anos, foge para a França. É adoptado por Lady Murasaki, a mulher do tio, uma bela e misteriosa aristocrata japonesa. Completamente só, Hannibal leva os seus demónios consigo que o visitam e atormentam constantemente. É o aluno mais novo de sempre a entrar para a escola médica e, então, passa a ser ele a atormentar os seus próprios demónios. A adolescência torna-se num permanente ajuste de contas com o passado. Descobre que tem dons para além dos académicos e, nessa epifania, Hannibal Lecter torna-se num prodígio da morte. Opinião: Já tinha este livro cá em casa há algum tempo, mas nunca tive muita vontade de o ler, uma vez que é o quarto da série Hannibal Lecter e não tenho nem me interessa adquirir os anteriores. No entanto, como já conheço algumas coisas sobre a personagem e o livro até é pequeno, decidi então dar agora uma oportunidade.
Acabei por não gostar muito, achei algumas partes aborrecidas, e apesar de ter algumas cenas algo macabras, acabou por não me cativar muito. A escrita do autor também não me convenceu por aí além.
Num bonito dia de outono, um dia perfeitamente normal, uma pequena cidade é súbita e inexplicavelmente isolada do resto do mundo por uma força invisível. Quando chocam contra ela, os aviões despenham-se, os carros explodem, as pessoas ficam feridas. As famílias são separadas e o pânico instala-se. Ninguém consegue compreender que barreira é aquela, de onde vem ou quando (se é que algum dia) desaparecerá. Agora, um grupo de cidadãos intrépidos, liderado por um veterano da guerra do Iraque, toma as rédeas do poder no interior da cúpula. Mas o seu principal inimigo é a própria redoma. E o tempo está a esgotar-se…
Opinião:
Este era um dos livros de Stephen King que mais me chamava a atenção. Até porque há uma série televisiva que eu queria ver. Outubro foi então o mês escolhido pa o ler. Ia com um pouco de receio, por o meu livro ser em inglês, pensei que poderia perder alguns detalhes importantes. Mas isso não aconteceu, achei o nível de inglês bastante acessível.
Gostei, a escrita de Stephen King é muito boa, não nos deixa aborrecer. Mas a verdade é que estava à espera de mais. A razão da existência da cúpula desiludiu-me um pouco, estava à espera de outra coisa, não sei bem o quê, mas achei aquela razão um pouco descabida.
Também achei que o livro tem muitas personagens, o que dificultou um pouco a perceção da história, pelo menos no início.
No geral, achei um livro médio, não foi aborrecido mas também não houve momentos muito espetaculares. Agora vou querer ver a série, embora já tenha ouvido dizer que há bastantes diferenças.